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Câmara: Deputados vão ao Plenário e às redes sociais comentar a prisão de Michel Temer

21/03/2019

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Notícia publicada no site da Câmara dos Deputados no dia 21 de março de 2019 (leia aqui).

Assim que foi anunciada a notícia da prisão do ex-presidente da República Michel Temer, deputados foram à tribuna e às redes sociais para comentar a medida. A primeira parlamentar a falar do assunto em Plenário foi a líder da Minoria, Jandira Feghali (PCdoB-RJ). “Todo o Parlamento já esperava que a saída do Palácio do Planalto levasse à prisão do ex-presidente depois de duas denúncias rejeitadas pelo Congresso”, disse a deputada.

Deputados petistas, apesar da oposição à Temer, criticaram a medida e a Operação Lava Jato como um todo. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) chegou a dizer que a operação é um “câncer”. “A Lava Jato promove prisões arbitrárias como o que ocorreu no dia de hoje, por isso precisamos dar um paradeiro a esse abuso de autoridade que ocorre no sistema brasileiro”, disse. O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) também disse que não foi respeitado o devido processo legal na prisão de Temer.

Também foi preso o ex-ministro de Temer Moreira Franco, sogro do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Para o deputado Célio Moura (PT-TO). A prisão foi uma “vingança” do ministro da Justiça, Sérgio Moro, ex-juiz da Lava Jato, contra Maia. O presidente da Câmara criticou o ministro nesta quarta-feira.

Para o deputado José Nelto (Pode-GO), no entanto, a prisão é mais uma evidência a favor do fim do foro privilegiado para autoridades. “Temos de votar nesta casa o fim do foro privilegiado, para que nenhuma autoridade seja encoberta. É preciso investigar todas as autoridades, só assim vamos mudar o Brasil”, disse.

O deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) afirmou que a prisão de Temer já era esperada. “Quem participou das comissões que analisou as denúncias contra o então presidente Temer já sabia o que estava acontecendo”, disse.

Redes Sociais

Muitos parlamentares usaram plataformas de redes sociais para discutir a prisão de Michel Temer. O líder do PPS, deputado Daniel Coelho (PE), publicou um vídeo em que destaca o fortalecimento das instituições brasileiras. “A gente não fica feliz em ter dois ex-presidentes da República presos, porque isso é sinal de que a cultura política brasileira está equivocada; mas só vamos mudar e corrigir isso se dermos independência e apoio às instituições para que elas façam o trabalho de combater a corrupção”, disse.

O deputado Alexandre Frota (PSL-SP) disse que a prisão é um recado para quem achava que “a Lava Jato tinha morrido”.

A deputada Áurea Carolina (Psol-MG) ressaltou que a prisão de Temer ocorre “em um momento em que a operação Lava Jato coleciona derrotas no STF e vê naufragar seu projeto privatista de um fundo bilionário”, disse, referindo-se à decisão que transferiu para a Justiça Eleitoral as investigações de crimes conexos a caixa dois.

Para o deputado Aliel Machado (PSB-PR), a prisão do Temer é “emblemática”. Também nas redes sociais, a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) disse que a prisão de Temer alimenta “o sonho do fim da impunidade no País”.

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Evinis Talon é Advogado Criminalista com atuação no Brasil inteiro, professor de cursos de pós-graduação, Doutorando pela Universidade do Minho (Portugal – aprovado em 1º lugar), Doutorando em Direito Penal pelo Centro de Estudios de Posgrado (México), Mestre em Direito (UNISC), Máster en Derecho Penal (Universidade de Sevilha), Máster en Derecho Penitenciario (Universidade de Barcelona), Máster en Derecho Probatorio (Universidade de Barcelona), Máster en Derechos Fundamentales (Universidade Carlos III de Madrid), Máster en Política Criminal (Universidade de Salamanca – cursando), especialista em Direito Penal, Processo Penal, Direito Constitucional, Filosofia e Sociologia, autor de 7 livros, ex-Defensor Público do Rio Grande do Sul (2012-2015, pedindo exoneração para advogar. Aprovado em todas as fases durante a graduação), palestrante que já participou de eventos em 3 continentes e investigador do Centro de Investigação em Justiça e Governação (JusGov) de Portugal. Citado na jurisprudência de vários tribunais, como TRF1, TJSP, TJPR, TJSC, TJGO, TJMG, TJSE e outros.

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