acesso a cultura no sistema prisional

Evinis Talon | Advogado Criminalista

Presidente do STF lança ações para ampliar acesso à cultura no sistema prisional

20/04/2026

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Presidente do STF lança ações para ampliar acesso à cultura no sistema prisional

Nesta sexta-feira (10), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, participou de reunião do Observatório de Direitos Humanos (ODH) e do lançamento de ações do Plano Pena Justa. A programação no Rio de Janeiro (RJ) incluiu debates sobre violência de Estado e iniciativas para ampliar o acesso à cultura e à saúde no sistema prisional.

Horizontes Culturais

Em cerimônia realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o ministro participou do lançamento do projeto Horizontes Culturais, no âmbito do programa Pena Justa. A iniciativa busca ampliar o acesso à cultura, à leitura e a outras formas de expressão artística no sistema prisional, como estratégia de humanização e prevenção da violência.

O projeto prevê ações estruturantes até 2027, como a criação de um Plano Nacional de Cultura para o Sistema Prisional e a consolidação de um calendário permanente de atividades culturais e educativas. Também inclui o mapeamento nacional de iniciativas já existentes, com o objetivo de reconhecer, integrar e expandir boas práticas em todo o país.  “Uma sociedade plenamente segura precisa prevenir a maior das violências, a desigualdade de uma sociedade injusta e discriminatória”, disse Fachin.

Cuidar

Ainda no âmbito do Plano Pena Justa, foi lançada a Iniciativa de Promoção Integral à Saúde no Sistema Prisional, chamada de “Cuidar”. O programa foi formalizado em um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o Poder Judiciário, a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz).

A proposta é assegurar atendimento contínuo, integral e articulado com o SUS, em enfrentamento às desigualdades históricas e a precariedade das condições sanitárias no sistema prisional.

Plano Pena Justa

O Plano Pena Justa é uma resposta ao reconhecimento, pelo STF, de um estado de violação massiva de direitos fundamentais no sistema prisional brasileiro. A decisão no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 347 impulsionou a construção de soluções estruturais e articuladas entre as instituições brasileiras.

Resposta institucional

Pela manhã, o ministro Edson Fachin participou da reunião itinerante do Observatório de Direitos Humanos, realizada no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O encontro reuniu representantes do sistema de Justiça, especialistas e entidades da sociedade civil e teve como foco o debate de medidas de proteção e o aprimoramento do atendimento a vítimas de violência.

Na reunião, foi apresentado diagnóstico elaborado a partir de relatos coletados em consulta pública, com contribuições de vítimas, familiares, especialistas, agentes de segurança e demais participantes. O levantamento permitiu mapear gargalos nos sistemas de Justiça e de segurança pública e deve servir de subsídio para a formulação de políticas mais eficazes.

Os resultados da consulta pública, aliados aos debates realizados em workshop preparatório, servirão de base para a elaboração do Protocolo de Atendimento às Vítimas de Violência Praticada por Agentes de Segurança Pública.

Segundo Fachin, o CNJ reconhece uma dívida imprescritível com essas vítimas. O ministro defendeu a construção coletiva de soluções e destacou a inclusão de classificação específica para casos de violência de Estado nas tabelas processuais do Conselho. A medida permitirá maior precisão no registro e no acompanhamento dessas ocorrências.

Fonte: STF – leia aqui

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Evinis Talon é Advogado Criminalista com atuação no Brasil inteiro, com 14 anos de experiência na defesa penal, professor de cursos de mestrado e doutorado com experiência de 13 anos na docência, Doutor em Direito Penal pelo Centro de Estudios de Posgrado (México), Doutorando pela Universidade do Minho (Portugal – aprovado em 1º lugar duas vezes), Mestre em Direito (UNISC), Máster en Derecho Penal (Universidade de Sevilha), Máster en Derecho Penitenciario (Universidade de Barcelona), Máster en Derecho Probatorio (Universidade de Barcelona), Máster en Derechos Fundamentales (Universidade Carlos III de Madrid), Máster en Política Criminal (Universidade de Salamanca), especialista em Direito Penal, Processo Penal, Direito Constitucional, Filosofia e Sociologia, autor de 10 livros, ex-Defensor Público do Rio Grande do Sul (2012-2015, pedindo exoneração para advogar. Aprovado em todas as fases durante a graduação), palestrante que já participou de eventos em 3 continentes e investigador do Centro de Investigação em Justiça e Governação (JusGov) de Portugal. Citado na jurisprudência de vários tribunais, como TRF1, TJSP, TJPR, TJSC, TJGO, TJMG, TJSE e outros.

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