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Evinis Talon

Dificuldades do estudante de Direito

05/02/2019

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Recentemente, perguntaram-me qual foi a maior dificuldade que enfrentei como estudante de Direito. Relatei duas dificuldades que, provavelmente, também atingem milhares de estudantes pelo país.

A primeira dificuldade foi a escolha quanto ao futuro profissional. Em outras palavras, não sabia se queria advogar ou fazer concurso, porque mudei de opinião sobre esse assunto algumas vezes.

Ingressei na graduação desejando advogar (aliás, no início, pretendia ser Civilista). Com a influência de colegas e professores, comecei a estudar para concurso público. Depois de aprovado no concurso para o cargo de Defensor Público, comecei a desejar outras carreiras. Por fim, ao conhecer um pouco mais a iniciativa privada, decidi pedir exoneração (leia aqui) para ingressar na Advocacia particular. Hoje, tenho a certeza de que nunca voltaria a ocupar um cargo público (por concurso, eleição ou nomeação).

Esse dilema realmente atrapalha aqueles que enfrentam essa dúvida. É provável que muitos leitores se identifiquem com algumas situações, como o fato de passar muito tempo pesquisando as vantagens e desvantagens da Advocacia e dos concursos públicos (às vezes, passa-se mais tempo pesquisando isso do que propriamente estudando, o que afeta o desenvolvimento profissional e intelectual), a sensação de que é um “fracassado” ao perceber que os outros colegas já definiram o que querem para o futuro e a impressão de que perdeu tempo se preparando para algo que já não é mais a sua opção.

Sobre esse dilema (concursos x Advocacia), fiz um texto apontando as principais vantagens e desvantagens de cada opção (leia aqui). Além de avaliar esses fatores, recomendo que o leitor fique tranquilo quanto ao critério temporal. A escolha não precisa ser definitiva, como demonstrei por meio da minha trajetória. É possível fazer testes e, se não gostar, mudar a opção.

A segunda dificuldade que enfrentei na graduação diz respeito à definição do método de estudos. Aliás, recebo inúmeras perguntas sobre isso diariamente.

O que fazer? Resumir? Apenas marcar? Marcar com lápis (que pode ser apagado) ou marca-texto (que chama a atenção)? Estudos individuais ou em grupo?

Para solucionar esse problema, assim como no problema anterior, fiz vários testes. Pesquisei em muitos sites, observando todos os métodos possíveis. Durante algum tempo, passei mais tempo pesquisando como estudar do que especificamente estudando.

Percebi que aprendia mais resumindo, mas isso levava mais tempo e, consequentemente, impedia-me de ver uma quantidade maior de conteúdos.

Depois de muitos testes, defini a forma de estudo que utilizo até hoje: passei a fazer marcações utilizando lápis no momento da leitura. Posteriormente, reviso apenas o que marquei, aumentando a velocidade da revisão e indo direto aos pontos mais importantes. A marcação em lápis também tem um motivo: com o passar do tempo, não preciso mais revisar algumas coisas que estavam marcadas. Assim, utilizando lápis, posso apagar as marcações que se tornarem irrelevantes.

Também quanto aos estudos, tive dificuldade para definir as fontes. Legislação, doutrina, jurisprudência dos Tribunais superiores e dos Tribunais de segunda instância… o que eu devo ler primeiro? O que devo ler mais?

Enfim, as duas dificuldades (dilema entre concurso x Advocacia e a definição do método de estudos) foram solucionadas após vários testes, inúmeras pesquisas e muitos erros. Perdi uma quantidade considerável de tempo avaliando o que era melhor. Depois que decidi qual era o objetivo e como eu estudo melhor, apenas comecei a executar.

Veja também:

Evinis Talon é Advogado Criminalista (com foco em consultas e pareceres), professor de cursos de pós-graduação, Mestre em Direito, especialista em Direito Penal, Processo Penal, Direito Constitucional, Filosofia e Sociologia, autor de livros e artigos e palestrante.


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