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Evinis Talon

28 dicas para aproveitar a faculdade de Direito

Abril 27, 2018

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Muitos dos meus leitores ainda estão cursando a faculdade de Direito, razão pela qual, diariamente, recebo mensagens indagando sobre qual seria a melhor forma de aproveitar esse período.

Em outros textos, já tratei de 9 coisas que eu gostaria de ter ouvido na faculdade de Direito (leia aqui), coisas que não nos ensinam na faculdade de Direito (leia aqui) e o que o seu professor de Direito Penal provavelmente não disse a você (leia aqui). Recomendo que leia os textos indicados, pois evitarei repetir os comentários “para evitar desnecessária tautologia” (no futuro, você verá que essa expressão normalmente é utilizada quando há uma dose de preguiça).

Neste texto, o objetivo é transmitir dicas práticas para aproveitar o período de faculdade.

Pois bem. Já escrevi que não fui um bom aluno de Direito (leia aqui), mas consegui aproveitar bastante esse período. Tomei algumas atitudes radicais e que ninguém me sugeriria, como faltar aulas para ficar na biblioteca, ler livros de outras disciplinas enquanto estava na aula e estudar independentemente das recomendações/orientações dos professores.

Assim, listo para vocês algumas dicas práticas:

1. Evite chegar atrasado nas aulas

Quando alguém chega atrasado, ingressa na sala quando todos já estão concentrados, interrompendo o professor e o raciocínio dos colegas. É uma forma de chamar a atenção de modo negativo.

2. Por outro lado, se a aula for ruim, frequente-a o mínimo possível

Deixei de frequentar muitas aulas ruins para ficar na biblioteca da faculdade estudando. Quando já não podia mais faltar, ficava no fundo da sala apenas para ter presença, mas permanecia lendo algum livro e não prestava atenção no que os professores falavam.

Se a aula é ruim, esse tempo precisa ser aproveitado/otimizado de outra forma. Nesse ponto, atualmente, sugiro para os meus alunos que, se não gostarem das minhas aulas, fiquem apenas para a chamada e, em seguida, procurem um bom livro. Na faculdade, tempo é conhecimento (o que futuramente gerará dinheiro).

3. Antecipe os estudos

Por que seguir o ritmo dos professores?

Na faculdade, ainda durante o primeiro ano, eu já havia estudado questões básicas de disciplinas que somente veria no final da faculdade, como Direito de Família, Sucessões, Processo Penal etc. Foi essa antecipação que me permitiu passar em primeiro na prova de estágio do Ministério Público Federal ainda durante o quarto semestre, sendo que a prova era para alunos que estavam, no mínimo, no quinto semestre.

Da mesma forma, foi essa antecipação que possibilitou minha aprovação entre os primeiros colocados na prova objetiva do concurso de Defensor Público do Rio Grande do Sul quando ainda estava no oitavo semestre da faculdade (leia aqui). Muitas das matérias do concurso somente foram ensinadas na faculdade durante o último semestre, quando eu já havia sido aprovado até mesmo nas provas oral e de tribuna. Em tempo: o concurso exigia dois anos de prática, mas aceitava o período de estágio.

4. Pegue livros na biblioteca e use-os

O valor das bibliotecas das faculdades tem sido ignorado. É necessário aproveitar o acervo da biblioteca, deixando de utilizar somente materiais da internet.

Contudo, não basta pegar os livros da biblioteca e ficar desfilando com eles pelos corredores, tentando conquistar uma imagem de intelectual. Tampouco é suficiente encher as redes sociais de fotos de livros aleatoriamente abertos. O mais importante é que eles sejam utilizados. Leia-os o máximo possível e faça fichamentos. Se pegou um livro da biblioteca, leia, no mínimo, 5 páginas dele antes de devolvê-lo.

5. Escreva!

Ler é o “input” do conhecimento, ou seja, a forma como esse conhecimento passa a fazer parte de você. Quanto mais você lê, maior é o seu repertório.

Entretanto, não basta o “input”. Você também deve preocupar-se com o “output”, isto é, a capacidade de exteriorizar esse conhecimento. Assim, recomendo que inicie a elaboração de artigos.

No futuro, essa habilidade poderá ser útil para fazer marketing de conteúdo na Advocacia. Se decidir fazer concurso, a escrita será importantíssima nas provas dissertativas, assim como também deverá saber exteriorizar o conhecimento nas provas orais.

6. Não se limite a estudar os livros/autores indicados por seus professores, tampouco os livros resumidos ou “para concursos”

Há professores que farão uma organização minuciosa da disciplina. Definirão um roteiro adequado às necessidades dos alunos, indicando os melhores livros para cada tema.

Contudo, também há professores que apenas cumprem as formalidades impostas pela faculdade. Nesse caso, somente indicam alguns autores aleatórios que, provavelmente, nem leram.

Portanto, para não correr risco, o ideal é ir além das indicações dos professores. Procure os clássicos, os melhores tratados e as obras complementares que são referências em cada assunto. E não leia apenas Direito!

7. Faça entrevistas de estágios

Mesmo que não esteja procurando um estágio, faça entrevistas como se estivesse procurando. Esse momento pode ser útil para criar um futuro laço profissional, fazer networking, conhecer a estrutura de escritórios de Advocacia, entender quais são os diferenciais procurados no mercado etc.

8. Faça estágios

Não apenas se submeta às entrevistas de estágios. Também faça estágios e aprenda sobre o Direito na prática.

Os estágios fornecem uma visão prática e possibilitam um entendimento acerca do funcionamento das instituições (o que pode ser bom/educativo e desanimador ao mesmo tempo).

De qualquer forma, busque estágios que não se limitem às funções de grampear/furar/numerar folhas, tirar cópias, praticar atos mecânicos ou apenas fazer atendimentos ao público e procurar autos de processos no cartório.

Sobre o local em que você deve fazer estágio, já escrevi outro texto (leia aqui).

9. Mas não se dedique unicamente aos estágios

A faculdade é um período de formação intelectual, e não apenas prática. Portanto, é o momento de ler os livros (clássicos e contemporâneos), realizar pesquisas e formar uma base de conhecimento sólida. Assim, não se dedique excessivamente aos estágios.

Há alunos que passam a faculdade inteira (5 anos) em estágios, passando longos períodos na Defensoria Pública, no Ministério Público, no Judiciário (cartório e gabinete), na conciliação do Juizado Especial Cível e, ao final, também em escritórios de Advocacia.

Alguns exageram nos estágios diante de um pretenso “status”. É normal ver estudantes que começam a falar como se já fossem membros das instituições, usando expressões como “eu sou da 2ª Vara”, “na minha Promotoria”, “eu dei uma sentença hoje” etc.

Calculando corretamente, esses alunos passam 6 horas por dia no estágio, menos de 4 horas por dia na faculdade e pouco tempo se dedicando aos estudos individuais.

Ora, há vários motivos pelos quais um aluno não deve passar a faculdade inteira se dedicando tanto aos estágios.

A um, com o passar do tempo, as atividades do estágio começam a ser repetitivas. Particularmente, nunca consegui permanecer por mais de um ano em um estágio.

A dois, a faculdade é um período de formação da base teórica. É necessário reservar um bom tempo para o estudo dos conceitos, princípios, entendimentos doutrinários e jurisprudenciais etc.

A três, se alguém pretende ser aprovado em concurso público, deve começar desde já a estudar muito. A rotina repetitiva de um estágio (após absorver as experiências necessárias) não contribui em nada para a aprovação. Enquanto um estudante passa o dia inteiro no estágio, outros estão lendo os clássicos, tratados, manuais, informativos do STF e do STJ, autores estrangeiros etc.

10. Dedique-se à pesquisa

Procure saber sobre iniciação científica, monitoria, revistas que aceitam publicações etc. Há alunos que se formam sem nunca terem ouvido falar no Conpedi (veja aqui). Da mesma forma, há aqueles que escrevem a primeira página de conteúdo científico na vida apenas no TCC.

11. Faça perguntas aos professores

Antes das aulas, pergunte aos professores. Durante, também. Da mesma forma, se tiver alguma dúvida, converse com o professor no final da aula. Por fim, se necessário, também envie e-mails para o professor.

Sobre o envio de e-mails, talvez alguns professores se irritem, mas o problema é deles, que não querem desempenhar essa nobre atividade quando não estão sendo remunerados.

Durante a aula, se quiser fazer perguntas, recomendo que levante a mão para chamar a atenção do professor e, quando ele te der a palavra, levante-se e pergunte. Poucos fazem isso, pois o normal é ter vergonha nesse momento, mas se trata de uma forma muito eficaz de treinar a fala em público. Aliás, nunca faça “apenas a pergunta”. Sempre faça uma pergunta que tenha uma introdução, preenchendo, no mínimo, 15 segundos. Normalmente, as perguntas duram apenas 2 ou 3 segundos, com pouquíssimas palavras (exemplo: “como assim?”).

12. Além das perguntas relativas à disciplina, converse com os professores

Não converse com seus professores apenas sobre a matéria. Pergunte sobre as atividades deles, áreas da Advocacia, funções do cargo etc. Indague sobre como ele iniciou na Advocacia ou como foi o concurso em que ele foi aprovado.

13. Faça a melhor pergunta possível

Pergunte a todos os professores, Advogados, Juízes, Promotores, Defensores, colegas mais experientes e qualquer outra pessoa que tenha mais tempo no Direito do que você: “qual é a principal dica que você me daria para o meu objetivo (advogar, ser professor, passar em concurso etc.)?”.

Em seguida, comece a catalogar todas as dicas. Talvez você não consiga compreender neste momento, mas, no futuro, elas serão úteis.

14. Forme grupos de estudos, mas não estude apenas neles ou para eles.

Estudar sozinho é importante, mas dificulta o ingresso de novas ideias, pois elas seriam obtidas apenas pelo próprio indivíduo, sem incentivos externos. Por outro lado, estudar em grupo permite um intercâmbio de informações, conhecimentos, fontes, perspectivas etc.

Assim, sugiro que divida o tempo entre o estudo individual e em grupo. Uma boa proporção seria estudar 95% sozinho e 5% em grupo (ou um pouco menos).

Durante o estudo em grupo, sejam objetivos. Nada de assuntos paralelos. Também não adianta formar grupos para ver a matéria a partir do zero. É necessário que o grupo seja de debates, o que pressupõe um estudo prévio e individual. De preferência, definam um tema previamente e sigam um roteiro nesse encontro.

No início do encontro, cada um pode falar por aproximadamente 2 minutos sobre o tema em geral. Em seguida, sigam um roteiro do tema (como se fosse um sumário), liberando a palavra para quem tiver dúvidas, críticas ou comentários sobre o assunto. No final do encontro, já devem definir a pauta da próxima reunião.

15. Participe de grupos nas redes sociais para debates sobre Direito

Não basta manter grupos de estudos presenciais. É necessário buscar as opiniões de colegas de outras cidades e regiões. Nesse esteio, a utilização de grupos nas redes sociais (WhatsApp, Telegram e Facebook) é fundamental para conhecer outras realidades.

Se conviver somente com os colegas de aula, apenas reafirmará aquilo que seus professores dizem. Caso comece a conviver com colegas de outras faculdades, o intercâmbio de informações será incrível.

Para a área criminal, criei alguns grupos do WhatsApp que aceitam estudantes de Direito. Para entrar, clique aqui.

16. Participe dos grupos de debates que ocorrem na sua faculdade (rodas de conversa, simpósios, grupos de pesquisa etc.)

Anteriormente, abordei os grupos de estudos informais. Agora, refiro-me aos grupos formais, vinculados à faculdade, que não apenas possuem maior rigor científico e, eventualmente, orientação de algum professor, mas também podem ser mencionados no seu currículo.

17. Participe das atividades acadêmicas

Palestras, congressos, visitas a estabelecimentos públicos etc. Todas as atividades da faculdade podem ser enriquecedoras e, normalmente, trazem boas experiências.

18. Tenha compromisso e responsabilidade

Evite deixar provas para a segunda chamada, perder prazos de entrega de trabalhos ou coisas semelhantes. É necessário aprender a cumprir prazos desde já.

Na vida profissional, ninguém se importa com os motivos que te fizeram perder um prazo, salvo se excepcionalíssimos.

Assim, se você ficar doente e não comparecer no dia do exame da OAB ou de alguma prova de concurso, não haverá segunda chamada. Estará reprovado/desclassificado, somente tendo uma nova chance no próximo certame.

Da mesma forma, se perder um prazo na Advocacia, o cliente e a OAB não aceitarão a justificativa de que você estava cansado, com muitos problemas pessoais ou cheio de tarefas. Provavelmente, você será punido disciplinarmente pela OAB e poderá sofrer uma ação indenizatória (movida pelo cliente) que terá um valor da causa muito maior do que os honorários recebidos.

19. Cuidado com a procrastinação!

Evite deixar as tarefas se acumularem.

Lembro-me de ter sido criticado porque, nos primeiros semestres, já estudava disciplinas que somente veria nos últimos semestres da faculdade. Contudo, quando passei no concurso para Defensor, as críticas já não existiam mais.

Não deixe para depois o que pode fazer agora. Se deixar, outra pessoa vai se antecipar e te jogar para trás no mercado.

20. Interaja com os seus colegas e faça contatos

Não despreze o valor do networking durante a faculdade. Muitas parcerias e sociedades começam nesse período e se prolongam por muitos anos.

Da mesma forma, tente manter uma relação produtiva com os seus professores. No futuro, eles serão ótimas referências.

Já tive ex-professores que me convidaram para palestrar, que abriram as portas de instituições para que eu fizesse o lançamento de um dos meus livros e que me convidaram para lecionar em cursos de pós-graduação (isso aconteceu umas quatro vezes, na verdade).

21. Mas interaja da forma certa!

Durante a faculdade, é normal querer ser o “descolado” da sala. Estar em todos os churrascos da turma, ser o mais engraçado ou coisas do tipo. Pode ser divertido durante a faculdade, mas não abre portas para o futuro.

Depois de formado, os valores mudam. A preocupação não é mais estar perto do mais divertido, mas sim do mais competente.

Portanto, é necessário trabalhar para ser lembrado como o mais ético, competente, inteligente e companheiro, e não o que mais bebia nos churrascos.

22. Aproveite o trajeto até a faculdade

Muitos estudantes (talvez a maioria) fazem grandes deslocamentos até a faculdade, viajando diariamente por muito tempo (ônibus de estudantes, metrô, van etc.).

Esse tempo não pode ser jogado fora. Se o estudante fica uma hora por dia nesse deslocamento, no final do mês, são aproximadamente 20 horas. Esse tempo é suficiente, por exemplo, para ouvir 5 audiolivros (ou até mais) de clássicos da literatura, filosofia, sociologia etc. Dependendo do livro, conseguiria ouvir muito mais. Um livro do Sérgio Cortella, por exemplo, dura aproximadamente 2 horas.

Portanto, aproveite as idas e vindas da faculdade para ouvir audiobooks, leis comentadas, podcasts etc.

Sobre audiobooks, sugiro o aplicativo Ubook. Também é possível usar aplicativos que transformem texto em áudio, como o @Voice ou outro similar.

23. Planeje sua vida e o seu tempo

Para conseguir planejar o seu tempo (estágio, estudos individuais, grupo de estudos, pesquisas, provas e, eventualmente, trabalho), é necessário aprender a dizer não. Recuse tudo que não for importante. Nesse ponto, precisamos ter controle total da agenda, cumprindo, em primeiro lugar, os compromissos inerentes à evolução acadêmica e profissional.

24. Veja audiências e júris

Para aprender mais sobre a prática, reserve um tempo periodicamente para ver júris e audiências.

Sobre essa dica, para que ela seja produtiva, é imprescindível que o estudante leia o rito processual do ato que presenciará. Assim, se pretender assistir a um júri, então, na véspera, leia a parte do Código de Processo Penal que trata do plenário do júri. Caso contrário, sem entender a disciplina legal do ato, não conseguirá entender o que está acontecendo.

Outra dica relevante é nunca ver apenas os atos dos mesmos atores (Juiz, Promotor, Defensor e Advogado). Tente variar, vendo como diversos Juízes conduzem as audiências. Dessa forma, é recomendável ver audiências em diferentes Varas e assistir aos júris de diferentes comarcas. Se permanecer sempre vendo como se comportam os mesmos atores, provavelmente terá um repertório limitado, não sabendo como Advogados se comportam diante de Juízes mais punitivistas. Também pode ter o azar de ver apenas as audiências de

Juízes que descumprem os procedimentos legais (algo que não é tão raro, sobretudo no Juizado Especial Criminal).

25. Organize-se!

Nessa fase da vida, você não deve permanecer apenas cumprindo os prazos (provas, tarefas etc.) que estão quase estourando. Reserve tempo principalmente para aquilo que não é urgente, mas é importante, como desenvolver o conhecimento, ampliar a rede de contatos, aumentar o currículo etc.

26. Pense fora da caixa (leia aqui)

Mantenha sua mente aberta, isto é, não seja uma pessoa limitada que pensa como o senso comum. A faculdade é para formar juristas, e não populistas.

27. Busque a maturidade intelectual

Se o professor disse algo que você discorda totalmente, calma! Em primeiro lugar, avalie o tempo que você tem de maturidade quanto àquele assunto, comparando com o tempo que o professor estudou o mesmo tema.

Já tive alunos que, no primeiro contato com um tema, discordaram do assunto, apesar de ser algo defendido por pessoas que estudaram durante décadas e produziram inúmeros livros.

Quando se fala sobre abolicionismo penal, por exemplo, pode-se até discordar (como eu discordo). Mas uma pessoa que ouve esse conceito pela primeira vez não pode simplesmente dizer, após 10 segundos de reflexão, que é algo ridículo, como se estivesse desconsiderando que alguns autores passaram muitos anos estudando esse assunto, que é muito debatido na seara acadêmica.

28. Mantenha-se firme!

Em outras oportunidades, já falei sobre a vontade de desistir do Direito (leia aqui).

Provavelmente, você ouvirá durante a faculdade que a área jurídica está saturada. Passará por momentos de dificuldades aparentemente insuperáveis. Pensará que é impossível dar certo no Direito sem ter parentes na área (leia aqui).

Pois bem. Saiba que, se desistir, acabou! Se não desistir, ainda tem chance. E se não desistir e fizer tudo certo, tem muita chance.

Ainda há muito espaço no Direito para bons profissionais. No meu caso, nunca foi inteligente, mas sempre esforçado. Sou de uma geração (tenho 29 anos de idade) que já convivia com um número absurdo de bacharéis em Direito. Mesmo assim, as coisas seguiram um rumo satisfatório, tanto no período de serviço público (como Defensor), quanto agora, em que estou na iniciativa privada.

Enfim, não há fórmula mágica para dar certo no Direito. Apenas devemos permanecer firmes e virar muitas noites de estudos. No final, vale muito a pena!

Evinis Talon é Advogado Criminalista, consultor e parecerista em Direito Penal e Processo Penal (clique aqui), professor de cursos de pós-graduação, Mestre em Direito, especialista em Direito Penal, Processo Penal, Direito Constitucional, Filosofia e Sociologia, autor de livros e artigos e palestrante.


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